sexta-feira, 19 de maio de 2017

Relato do dia 23/05/17

No dia 23/05/2017, realizamos os experimentos restantes, ou seja, os com as ligações em paralelo e com as placas cortadas.

  Apesar de terem ocorrido pequenas mudanças, elas, além de não fugirem muito da esperada margem de erro, devido ao caráter não exato do experimento, não foram suficientes para modificar a conclusão da pesquisa: a energia gerada é mínima, não apresentado custo x benefício suficiente ao ponto de ser cogitado seriamente implementar dispositivos assim em eletrodomésticos.








Na próxima semana, iniciaremos as divisões para a apresentação do projeto (slides)

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Relato dia 08/05/17

  No dia 08/05/2017, entregamos o plano de projeto ao professor Ronaldo, além de termos realizado os testes (contato total e parcial ntre as placas, além do referente à utilização de um fio condutor). Caio acabou tendo alguns problemas e não passou o fluxograma para que o Delton o arrumasse graficamente no computador, apesar de Caio tê-lo feito no caderno.

  Constatamos que, embora a diminuição da área possa diminuir a eficácia da geração de energia, seu impacto é pequeno, permitindo a utilização de um fio condutor, ao invés de colocar as placas em contato direto (em processos mais longos do que os poucos segundos do experimento, é mais vantajoso esse menor contato devido à permanência de uma notável diferença de temperatura, assegurando a geração de energia).

  Apesar disso, porém, a energia gerada foi tão pequena que, facilmente chegamos à conclusão de que o efeito não garante uma geração de energia de forma eficiente, ao menos não em proporções muitíssimo pequenas, como a de um forno (importante destacar que a temperatura do maçarico, mesmo sendo muito mais alta do que a que a parede de um forno alcançaria, não gerou energia em escala considerável).

  Ronaldo disse, apesar da clara constatação, para fazermos outros testes, cortando as placas e colocando outro fio, com a finalidade de otimizar a precisão e apresentação dos resultados dos testes (o que deu a entender, ao menos).

  O projeto já está em sua fase final, e é importante destacar que nenhum dos membros que ficaram encarregados de pesquisar certos temas, apresentando bibliografia confiável, a fim de colocar no relato final, conforme deixado como tarefa semanas atrás, não apresentaram nenhum dado (ao menos não juntamente com a bibliografia requisitada).

  Delton ficará encarregado de cortar alguma(s) placa(s), Kaio de fazer a postagem no blog, Caio e Felipe de fazer e enviar as pesquisas pendentes.




sexta-feira, 5 de maio de 2017

Relato dia 02/05/17

No dia 02/05/2017, apresentamos ao professor Ronaldo o rascunho do Plano de Projeto e, então, ele nos apontou o que deveria ser mudado (certas palavras, certos trechos que ficaram confusos, a ordem da lista de materiais...) e, então, ficou definido que cada um faria os ajustes nas suas próprias partes e que o Felipe faria a formatação e a impressão a fim de que entreguemos o Plano na próxima semana.

Fizemos os preparativos para o teste, porém, devido à maior necessidade do professor em outros grupos, acabamos não realizando os testes, apenas verificando se estava acontecendo geração de energia (o que foi certificado com o multímetro).

Iríamos aproveitar a tarde para continuar os testes, com o Kaio, Caio e Felipe, porém o Kaio passou mal, e então Caio e Felipe decidiram deixar para que os testes prosseguissem na outra semana.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Relato 25/04/17

  No dia 25/04/2017, realizamos, com a colaboração do professor, algumas definições que irão nos auxiliar na organização do projeto do dia em questão para frente. Percebemos que a falta de planejamento prévio estava prejudicando o nosso desempenho nas aulas, sendo que, por falta de perspectiva do que fazer em seguida, utilizávamos apenas parcela do tempo das aulas, sendo que a outra grande parte ficava sendo desperdiçada.

  Discutimos acerca do plano de projeto e, então, fizemos algumas definições:
  1. Os metais que serão utilizados serão: alumínio, bronze, chumbo, cobre //conferir aqui
  2. Precisaremos das placas de tais metais, maçarico, além de uma morsa e um fio de cobre (para realizar o experimento com as placas separadas).
  3. Precisaremos de um cronograma para não perdermos tempo e facilitar o exame de erros.
  4. Será necessário uma pesquisa com referência bibliográfica, mostrando o motivo de termos ignorado o quesito temperatura no projeto dos testes.
  5. Haverá um primeiro experimento com as placas juntas, de modo a proporcionar a maior área de contato possível. O segundo será com as placas com uma menor área de contato e, por último, haverá um teste com as placas separadas, conectadas apenas com um fio (a importância deste teste faz referência ao resfriamento. Caso a perda de energia seja desprezível, é muito mais benéfico, em termos de energia, fazer a conexão com um fio condutor de eletricidade, visto que a diferença de temperatura é melhor assegurada sem a placa quente transferindo energia térmica para a placa de menor temperatura).
  6. Faremos um rascunho do plano de projeto, apresentaremos na próxima aula para o professor e, na aula seguinte, entregaremos o plano final.
  7. Será importante também uma pesquisa acerca da influência da área do fio na corrente elétrica gerada, para que seja dispensada a compra de fios de diferentes calibre (visto que já há conclusões precisas sobre o assunto).

  Caio Quaresma ficou responsável de fazer a pesquisa citada acima, além de elaborar o plano de ação.
  Felipe ficou encarregado de pesquisar acerca dos impactos da área do fio condutor na corrente elétrica gerada, e de organizar as partes do plano de projeto.
  Delton se responsabilizou de trazer os materiais relativos ao experimento para a próxima aula (placas, maçarico...) além de fazer o plano de controle e avaliação.
  Kaio Amaral ficou por conta de fazer a postagem no blog e de fazer o Escopo.

domingo, 23 de abril de 2017

Relato 18/04/2017

  No dia 18/04/2017, o grupo iniciou a escrita do planejamento do projeto e também discutei mais profundamente os testes a serem realizados.
  Não foi possível arranjar todos materiais e, por este motivo, com o intuito de economizar tempo, foi-se decidido que parte do grupo se dedicará à elaboração formal do planejamento em questão, enquanto a outra parcela irá iniciar os testes com os materiais disponíveis no momento.

domingo, 16 de abril de 2017

Relato dia 11/04/17

No dia 11/04/2017, o grupo levou os resultados da pesquisa citada no último post e então, devido à falta de algumas informações, resolveu mudar o estilo do projeto. De um protótipo, o propósito do projeto passou a ser mais científico, com testes envolvendo os fatores que influenciam o efeito Seebeck, porém tendo, ainda como base, a questão do forno.
  Os testes levarão em conta a funcionalidade, a influência da área de contato, da temperatura, de diferentes materiais e da presença de um isolante no metal com pior condutividade térmica, além de um teste em materiais que não são bons condutores elétricos.
  Delton ficou responsável de começar a arranjar duas placas de 5x5cm, sendo uma de cobre e outra de alumínio, além de um multímetro.
  Kaio ficou encarregado da postagem e de uma placa de chumbo.
  Caio ficou encarregado de checar a disponibilidade de um maçarico no CEFET para checarmos se será necessário que usemos o que o Delton possui.
  Felipe de levar um pote para água, sal e um pedaço de madeira.
  Na próxima reunião, definiremos melhor os testes, além de encaminhar melhor os materiais necessários.

sábado, 8 de abril de 2017

Relato 04/04/2017

No dia 04/04/2017, um novo membro uniu-se ao grupo. Os integrantes ficaram, então:

  Caio Quaresma de Freitas;
  Delton Baragli Junior;
  Felipe de Azevedo Albuquerque;
  Kaio Fernando Gonçalves Amaral.

  A ideia da última postagem foi descartada pelo professor devido ao mínimo de aproveitamento de energia obtida apernas até o equilíbrio térmico. Cogitamos, então, da utilização do efeito Seebeck nos moldes em que seria usado a placa de Peltier, conforme ressaltado no último post. A ideia é de utilizar dois metais na parede do forno, sendo um bom condutor térmico e o outro ruim, sendo o ruim revestido, ainda, por um material isolante térmico, assegurando a diferença de temperatura. Com a diferença de temperatura, a d.d.p. seria assegurada e, portanto, o aproveitamento da energia.
  Para uma melhor definição dos materiais, das proporções e da diferença entre essa procedência em relação à placa de Peltier, Caio Quaresma ficou encarregado de pesquisar mais profundamente acerca da placa de Peltier, Delton Junior acerca dos materiais em questão, Felipe Albuquerque sobre a influência da área dos metais no efeito Seebeck, e Kaio da organização do blog.

  PS:O motivo da intenção de descartar a placa de Peltier, substituindo-a pelos metais em questão, foi o valor dessas placas. Houve também, antes, uma motivação envolvendo a descartabilidade do forno, uma vez que, mesmo os pequenos, não apresentavam um valor acessível. Esta última, porém, foi percebida desnecessária, uma vez que pode-se montar o "aparelho" no CEFET e testá-lo nos fornos dos próprios integrantes, em suas casas.

domingo, 26 de março de 2017

Relato do dia 21/03/2017

   No dia 21/03/17, o grupo para a elaboração, construção e explicação do projeto foi montado, tendo como componentes Caio Quaresma, Felipe Azedevo e Kaio Amaral, todos alunos do primeiro período de engenharia mecânica (2017/1) no CEFET-MG, campus II.
   Kaio apresentou algumas ideias para o projeto que já havia comentado com o professor e os demais acabaram achando-as interessantes e resolvendo tomá-las como ponto de partida. Paralelamente a isso, entretando, surgiu um interesse de construir um eletroímã, porém o professor advertiu-nos que era algo demasiado simples para o que ele almejava com a matéria.
   A ideia que permaneceu durante a aula foi a baseada no aproveitamento de parte da energia térmica desperdiçada nos fogões, através do uso de uma placa de Peltier, indicada anteriomente pelo docente. Ao pesquisar sobre as especificações das placas de Peltier, percebemos que a temperatura limite que as placas suportavam não era muito adequada para se usar de modo próximo ao fogo, que era o almejado. O professor Ronaldo, então, recomendou a utilização de um forno devido a, principalmente, facilidade de adaptação, acúmulo de sujeira e meios de teste (uma vez que seria complicado ficar testando em um fogão dentro do CEFET, isto se arranjássemos um).
   Seguindo a sugestão, procuramos por um forno pequeno (também sugerido pelo docente), e encontramos alguns com uma faixa de preço acessível: cerca de 50 reais. O planejamento era de, para a próxima aula, pesquisarmos sobre a placa de Peltier, montar o blog e verificarmos melhor os fornos elétricos a comprar.
   Apesar disso, logo após a aula, surgiram duas ideias que acabaram modificando as motivações da equipe. Uma das ideias se referia à construção de uma mini-estufa com placa(s) de Peltier dentro para aproveitar a energia térmica do ambiente, principalmente devido à retenção de calor relacionada à luz solar que a estufa proporcionaria. A ideia justificaria-se pelo alto custo dos aparelhos fotoelétricos.
   A outra ideia, que foi melhor acolhida pelo grupo, foi a de confeccionar um sistema de aquecimento para o forno com dois metais diferentes, visando obter energia elétrica através do efeito Seebeck. Kaio ficou encarregado de confeccionar o blog e esta postagem, enquanto Caio de pesquisar sobre o efeito Seebeck e Felipe de se informar acerca dos impactos negativos de se fazer um sistema de aquecimento com materiais que possuam diferença notável de calor específico.